domingo, 21 de fevereiro de 2010

Prefiro...

Prefiro traçar meu destino, e não deixar ao acaso;
Prefiro usar o poder da mente, e não culpar a vida pelos fatos;
Prefiro renunciar as paixões, para não perder o controle;
Prefiro ariscar o possível para alcançar o impossível;
Prefiro não aceitar um trabalho se alguém o fizer melhor;
Prefiro aprender com inimigos do que com falsos amigos;
Prefiro a verdade árdua do que a ilusão de uma mentira;
Prefiro a cumplicidade leal e não a fidelidade;
Prefiro dizer Adeus e sentir saudades, do que sentir ciúmes;
Prefiro ser um anjo, mas se precisar serei diabólica;
Prefiro viver... assim... FELIZ!!!

                                                                         ,Mayke Franz.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Odeio!


Odeio ver você chegar e iluminar meu dia
Odeio seu abraço que me envolve
Odeio sua voz sussurrando palavras doces 
Odeio olhar em seus olhos 
Odeio a saudade que sinto quando você vai embora
Odeio sentir seu perfume em qualquer lugar que eu vá, a toda hora
Odeio beijar outras bocas com o pensamento em você
Odeio pensar em você o dia inteiro,dormir e sonhar com você
Odeio ver seu rosto entre a multidão e ver que na verdade era apenas um rosto desconhecido, uma farsa e
Odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...



Odeio quando não está por perto e
O fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente

Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo


Nem mesmo só por te odiar!


                                                              
                        Trechos de As dez coisas que eu odeio em você!

Porquê?

Perdida...
Parece que ninguém entende o que quero dizer, 
Queria na verdade era gritar,
Pareço um ponto preto, desesperado, 
No meio de um monte de pontos brancos
Que me cobram coisas que não sou capaz de fazer,
Com tantas vozes a gritar, minha mente não funciona com tanto barulho...
Será que pode entender?
Será que eu posso ter um pouco de silêncio? 
Só para organizar tudo!
Espere...
Parece que toda essa gritaria vem não do lado de fora, e sim do
Lado de dentro. Estranho! O quê meu coração grita tanto? 
Porque não consigo entender,
Algo que está no meu ser? 
E porque são tantas vozes, se tenho apenas um coração?
Medo...
Encolho-me aqui nesse quarto escuro, que só me traz lembranças
na qual eu mais quero fugir. E essas lágrimas que caem na minha alma?
Tantas perguntas, quase enlouqueço.
E a culpa? Culpa minha!
Estou proporcionando ao meu ser todas essas indagações,
E ainda me pergunto porquê?

Lágrimas





Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê
A noite é muito longa,
Eu sou capaz de certas coisas
Que eu não quis fazer.
Será que alguma coisa,
Nisso tudo, faz sentido?
A vida é sempre um risco,
Eu tenho medo do perigo.
Lágrimas e chuva
Molham o vidro da janela
Mas ninguém me vê
O mundo é muito injusto
Eu dou plantão nos meus problemas
Que eu quero esquecer
Será que existe alguém
Ou algum motivo importante
Que justifique a vida
Ou pelo menos este instante
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê
Não sei por quê
                                             Kid Abelha

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Esquecer-te!

Esquecer tudo.
Todo esse sentimento. 
Meu coração insiste em te querer... me dar raiva te querer assim!
Não sei porque te quero assim.
Você de mim faz o que quer, às vezes juro que é o fim.

Já tentei por vezes te esquecer e outra boca quis beijar.
Eu te evito
Mas quero te ver!

Raiva de te amar.
Sou culpada! Estou amarrada a você. 
Me dei toda e você desfez.
Tanta saudade! Quando meu corpo toca o seu.
Minha recompensa é você.
Mais você foge de mim.
Quem sabe um dia
Eu até consiga te esquecer!

Não, eu não posso mais ficar assim
Viverei sem você!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

És parte de mim!

É  grande a distância,
mas teu ser haverá de me acompanhar,
tua presença estará a cada momento,
pois que parte de mim tem algo de ti.

Vejo teus gestos, teu olhar me observa.
E meus olhos vivem a te acompanhar.
Finges não me ver, finjo não te olhar,
mas eis que estamos acolhidos no coração.

Necessário ter tua essência em meu ser,
essencial ter as vistas de tua razão,
pois me fazes falta,
tanto quanto anseias por mim.

Estar é o que basta, mas saudade não tem juízo,
quer sempre mais, quer contínua presença,
quer tua voz, mesmo que a falar superficialidades,
isso pouco importa, pois tua interioridade é minha.

E então, falar é mera desculpa para estar junto.
Sei lá qual é o assunto, este pode até atrapalhar.
O suficiente está no calor de teu colo feminil,
o inevitável está nas carícias de tuas delicadas mãos.

O melhor de tudo pode estar no simples,
e o sublimado está acima dos fugazes prazeres.
O silêncio pode ter mais entendimento
do que o agitar caótico das palavras.

A chave estará sempre na entrega mútua.
Amor nunca é ato solitário, mas é força secreta,
é impulso de vida que frutifica em fertilidade,
que transforma o frio cortante em agradável calor.

Como é bom te ver, reconhecer teus traços.
Haverá de ser sempre a ninfa de tua juventude,
e eu haverei de ser teu guardião e amante,
e entregarei meu coração aos teus cuidados.

Não trocaremos, portanto, alianças,
mas a posse de nossos corações.
Te darei inquietação e receberei paz,
te oferecerei paixão e retribuirás com amor.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quando fui CHUVA.

Quando já não tinha espaço pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer acomodei
Minha dança os meus traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha sem ser tua

Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranqüila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas

E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver

Nada do que eu fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra a tua boca

E mesmo que em ti me perca
Nunca mais serei aquela
Que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela



                                                                    Maria Gadú.